quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Abre-se o peito
Como se rasga uma camisa
Que não suportamos já usar!

Abre-se o peito
E a cinza das ideias lança-se para o mar!

Pudesse eu ser o Vento
Que as leva e lava
E as deixa enfim,
No côncavo verde de uma onda
Sossegar.


in "A MARGEM DE CÁ" , 6 Dezembro, 2000

IsaPerry



Sem comentários: