A Vida corre tão depressa
Como a água de um rio
Em tempestade.
E quando se acorda
Já o sol vai alto
O vento parou
E ficamos estáticos
Mudos
No Tempo
Que não prendemos
Nas nossas mãos porque não soubemos!
Queria ser folha
Levada no Vento!
Deixar correr em mim todas as brisas
Todos os ares do mundo!
Aprender neles
Os murmúrios das águas
O falar das gentes
O sentir dos corpos!
Queria ser cavalo ou borboleta!
Não conhecer o Tempo
E deixar-me
Só
Fluir
Pela simples acção de estar viva!
ÁGUA – VENTO – VELOCIDADE – TEMPO!
Isabel Perry in "A Margem De Cá"
sexta-feira, 12 de junho de 2009
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