Hoje
Quando a tarde já caía
Passei de carro
No Passeio Alegre.
À janela da sua casa branca
Branco senhor reflectia
O rio Douro no olhar.
Tecendo fantasias
Enchia toda a Foz
De Mar!
Era Eugénio de Andrade
O meu Poeta.
Dei por mim sentindo
Sem pensar
Que me faltava uma Janela assim
Onde para além de tudo o que ele vê
E eu não vejo
Pudesse ver
Perto do Fim
O sítio exacto
Onde tudo recomeça,
Até o Mar!
Isabel Perry in " A TRAVESSIA"
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
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