domingo, 19 de maio de 2013
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Levanta vôo, Lua
Como este papagaio-de-papel
Deixa que o vento
Te arraste pela praia
e que os teus raios
Se desfaçam em todos os possíveis tons do mel...
Adormece cansada de manhã em Sol no céu
E recorda só a noite de veludo
E os raros cometas
Que contigo se atreveram a rasgar
Todo o Desconhecido-Breu!
in "ALGURES"
Como este papagaio-de-papel
Deixa que o vento
Te arraste pela praia
e que os teus raios
Se desfaçam em todos os possíveis tons do mel...
Adormece cansada de manhã em Sol no céu
E recorda só a noite de veludo
E os raros cometas
Que contigo se atreveram a rasgar
Todo o Desconhecido-Breu!
in "ALGURES"
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Pretérito Imperfeito
Gosto das Pessoas-Marginais
daquelas que se fartam,
sensuais,
das que procuram o lado mais escuro desta Vida.
Gosto do Desafio e de Caçar,
de perder e de ganhar,
das sensações diferentes do "normal".
Sou eu assim,
uma ave que migra quando quer,
um cão sem dono
e sem Razão:
-Somente uma Pessoa.
Não quero mais que tudo aquilo que a Vida
pode dar.
Gosto!
Isabel Perry
daquelas que se fartam,
sensuais,
das que procuram o lado mais escuro desta Vida.
Gosto do Desafio e de Caçar,
de perder e de ganhar,
das sensações diferentes do "normal".
Sou eu assim,
uma ave que migra quando quer,
um cão sem dono
e sem Razão:
-Somente uma Pessoa.
Não quero mais que tudo aquilo que a Vida
pode dar.
Gosto!
Isabel Perry
Porque voltaste?
Sabias que não podias cá ficar...
Sabias que não sou casa em que se pare!
Subiste as escadas
Entraste no meu quarto e desfizeste a cama.
Sem cerimónia
Como se tu e eu nos conhecessemos desde sempre
E entrar e sair
Fosse tão natural
Como respirar.
Quando começava a habituar-me
Ao teu ombro
Ao teu suor
Ao teu olhar
Reparei que fugias
Suavemente
Para não me acordar.
Mas o meu sono já é leve.
E deixei-te ir.
Para quê lutar contra aquilo que sabemos ser
As ondas sucessivas
Inevitáveis
De um repetido Mar?
Isabel Perry in "O Amor não é"
Sabias que não podias cá ficar...
Sabias que não sou casa em que se pare!
Subiste as escadas
Entraste no meu quarto e desfizeste a cama.
Sem cerimónia
Como se tu e eu nos conhecessemos desde sempre
E entrar e sair
Fosse tão natural
Como respirar.
Quando começava a habituar-me
Ao teu ombro
Ao teu suor
Ao teu olhar
Reparei que fugias
Suavemente
Para não me acordar.
Mas o meu sono já é leve.
E deixei-te ir.
Para quê lutar contra aquilo que sabemos ser
As ondas sucessivas
Inevitáveis
De um repetido Mar?
Isabel Perry in "O Amor não é"
Esta noite no Norte
Há perfumes de Sul...
A trovoada lilás
Invade o escuro céu
De cores eléctricas
Indomadas
E vertiginosas.
Como um raio fugaz
Que descarrega
A razão de Ser-Natureza
Assim eu me assusto comigo
Quando fujo ao controlo
De todas as racionalidades
Para ser
Simplesmente relâmpago
E desfazer-me em chuva
E nos tais cheiros
Selvagens
Das FLORES-DO-SUL!
Isabel Perry in "A Margem De Cá"
Há perfumes de Sul...
A trovoada lilás
Invade o escuro céu
De cores eléctricas
Indomadas
E vertiginosas.
Como um raio fugaz
Que descarrega
A razão de Ser-Natureza
Assim eu me assusto comigo
Quando fujo ao controlo
De todas as racionalidades
Para ser
Simplesmente relâmpago
E desfazer-me em chuva
E nos tais cheiros
Selvagens
Das FLORES-DO-SUL!
Isabel Perry in "A Margem De Cá"
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